Empresa baiana viabiliza obras de conservação do Forte Santo Antônio da Barra, sede do Museu Náutico da Bahia, com conclusão prevista para o primeiro semestre de 2027
A Petrobahia e a Marinha do Brasil formalizaram na segunda-feira (20/07) a ordem de serviço para a requalificação do Forte Santo Antônio da Barra, onde está localizado o Farol da Barra e o Museu Náutico da Bahia. A cerimônia foi realizada no local e contou com a presença de autoridades, além de diretores e colaboradores das duas instituições.
O investimento será realizado por meio de lei de incentivo à cultura, contribuindo diretamente para a conservação de um dos monumentos mais emblemáticos do país, que recebe milhares de visitantes do Brasil e do mundo todos os anos. Com início imediato, as obras têm previsão de conclusão para o primeiro semestre de 2027. A intervenção vai garantir melhores condições de preservação e visitação do primeiro farol da América, inaugurado em 1698, fortalecendo sua vocação histórica, cultural e turística, que possui vista privilegiada para a Baía de Todos os Santos, Ilha de Itaparica e também para a orla atlântica, sendo um dos principais cartões-postais do país.
Pela Petrobahia, a diretora presidente da empresa, Iara Schimmelpfeng, discursou reforçando o carinho que a companhia tem por Salvador. “O Farol da Barra é um patrimônio histórico que pertence não apenas aos baianos, mas a todo o Brasil. E poder contribuir para sua preservação, ao lado da Marinha do Brasil, é motivo de muito orgulho. Mais do que conservar esse espaço, estamos ajudando a manter viva a sua história e garantindo que moradores e turistas continuem tendo acesso a esse importante símbolo da nossa cultura”.
Representando a Marinha do Brasil, o Comandante do 2° Distrito Naval, Vice-Almirante Gustavo Calero Garriga Pires, destacou a importância da parceria para a preservação de um dos principais símbolos da história marítima brasileira. Segundo ele, a conservação do Farol da Barra e do Museu Náutico da Bahia fortalece a identidade do país com o mar e garante que esse legado seja transmitido às futuras gerações.
“A imagem do Brasil está intimamente ligada ao mar. Nossa história, nossa cultura, as atividades náuticas e o próprio lazer dos brasileiros passam por essa relação. Esse equipamento ajuda a contar a história da nossa ligação com o oceano. É uma grande satisfação concluir essa parceria, que reforça o compromisso da Marinha do Brasil e da iniciativa privada com a valorização do nosso patrimônio histórico e cultural”, destaca o Vice-Almirante.
“Entendemos que desenvolvimento também significa preservar a nossa história e investir em projetos que fortalecem a cidadania. Ao longo dos nossos 30 anos, construímos uma trajetória de apoio a iniciativas ligadas ao esporte, à cultura, à música e ao patrimônio histórico, sendo pioneiros na utilização de mecanismos como o Fazcultura, FazAtleta e a Lei Rouanet. Temos muito orgulho de participar da requalificação de um dos maiores cartões-postais do Brasil e já estamos olhando para os próximos passos dessa parceria”, celebra Dalle Matos, Diretor Administrativo Financeiro da Petrobahia.
Para o acionista da Petrobahia, Dr. Luiz Gonzaga, o investimento representa um compromisso que vai além da atividade empresarial. “O Farol da Barra faz parte da identidade e da história do Brasil. Contribuir para sua preservação é uma forma de retribuir à sociedade e deixar um legado permanente para Salvador. Acreditamos que empresas têm um papel importante na proteção do patrimônio histórico e cultural, e temos orgulho de fazer parte deste projeto”.
Participaram também da cerimônia Thiago Andrade e Ruy Andrade, acionistas da Petrobahia, que completa 30 anos em 2026.
A requalificação do Farol da Barra também se conecta à atuação da Petrobahia na economia do mar. A empresa vem ampliando sua presença no mercado de óleo diesel marítimo, combustível utilizado no abastecimento de embarcações de diferentes portes. Nos últimos anos, a companhia registrou crescimento nas vendas desse segmento e expandiu sua atuação para novos mercados.
Esse movimento da empresa acompanha a relevância da Amazônia Azul, área marítima sob jurisdição brasileira com cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados. Considerada estratégica para a soberania nacional, concentra grande parte do comércio exterior brasileiro, além de abrigar importantes rotas de navegação, recursos naturais e atividades ligadas à economia do mar.